III Fórum Nacional de Diálogos e Práticas Interprofissionais em Saúde (FONDIPIS)

O III Fórum Nacional de Diálogos e Práticas Interprofissionais em Saúde (FONDIPIS) é promovido pelo Programa de Residência Multiprofissional em Atenção Básica/Saúde da Família e Comunidade da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN, que acontece na cidade de  Mossoró-RN, nos dias 06, 07 e 08 de fevereiro de 2019.

Este Fórum se propõe a reunir usuários do SUS, estudantes e profissionais da área da saúde e afins, para debater propostas assistenciais efetivas no âmbito do SUS de forma interprofissional. Além disso, busca promover espaços que possibilitem a discussão acerca dos desafios e perspectivas relacionados ao fortalecimento do SUS, no intuito de estimular uma visão crítica e reflexiva sobre a temática abordada.

Desta maneira, este evento surge com uma proposta dialógica aprofundada, visando incentivar o relato de vivências e/ou pesquisas dos profissionais e acadêmicos dos cursos de graduação, buscando fortalecer a interação acadêmica entre a população universitária da região e conseguindo estreitar de forma mais eficiente o vínculo com a comunidade, na perspectiva de torna-lá protagonista nos eventos de saúde pública.

 

Ressalta-se, assim, a importância da interprofissionalidade na assistência em saúde tendo em vista que o usuário em seu território precisa ser visto de forma integral e um do caminhos é este, favorecer a efetivação do cuidado em saúde através da educação permanente dos atuais e futuros profissionais da área da saúde e afins.

 

Em sua III edição, o FONDIPIS apresenta como tema norteador: “Identidades, Movimentos e Lutas Sociais na defesa do SUS”, buscando promover espaços coletivos de discussão acerca das práticas de cuidado, modelo de assistência à saúde e estratégias de fortalecimento do SUS, com o intuito de estimular uma visão crítica e reflexiva das políticas afirmativas, garantindo a efetivação do cuidado em saúde sob uma perspectiva emancipadora.

O fórum apresenta-se como momento de afirmação de existências negligenciadas, mas que pulsam em revolução. Construiremos um espaço coletivo de diálogos e expressão de nossos “corpos no mundo”, entrelaçando nossas mãos em prol das lutas sociais e garantia de direitos. Seguiremos em movimento reafirmando nossas construções identitárias. Até que tudo cesse, nós não cessaremos. Nossas vozes não serão silenciadas, ecoamos nossas existências, (re) existências e resistências.

Em memória de Marielle, Dandara, Môa, Rafael Braga, Araceli e tantos outros e outras invisibilizados/as. Seremos resistência!